O modelo de banco de dados em rede, desenvolvido nas décadas de 1960 e 1970, representa uma abordagem mais flexível em comparação com o modelo hierárquico. Nesse modelo, os dados são organizados em uma estrutura de grafo, em vez de uma estrutura de árvore hierárquica.
Os principais aspectos do modelo de banco de dados em rede incluem uma estrutura de grafo que permite que os registros tenham múltiplos pais e filhos, eliminando a restrição rígida de uma única relação pai-filho encontrada no modelo hierárquico. No modelo de redes, os registros são chamados de "nós" e são organizados em conjuntos de registros chamados de "tipos de conjunto" ou "conjuntos", e cada nó pode pertencer a vários conjuntos. Isso oferece maior flexibilidade na modelagem de relacionamentos complexos entre dados.
O modelo de redes foi amplamente utilizado em sistemas de gerenciamento de banco de dados comerciais, como o sistema CODASYL DBMS, e foi uma melhoria em relação ao modelo hierárquico em termos de flexibilidade e capacidade de representação de dados interconectados. No entanto, com a introdução do modelo relacional na década de 1970, o modelo de redes gradualmente perdeu espaço para o modelo relacional, que oferecia uma abordagem mais simples e padronizada para lidar com dados estruturados.
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