sábado, 30 de setembro de 2023

São Paulo - quinto maior complexo de data centers do mundo

 

A crescente demanda das empresas pela adoção da transformação digital resultou em um grande aumento no mercado de data centers no Brasil. O país se destaca como líder nesse setor na América Latina, atraindo cerca de 40% dos investimentos totais. Além disso, a cidade de São Paulo foi identificada como um dos cinco mercados em ascensão globalmente.

Os data centers, conhecidos por abrigarem inúmeros racks e servidores, desempenham um papel essencial no processamento e armazenamento de uma ampla variedade de dados, atendendo a empresas de diversos setores, incluindo gigantes da internet, varejo e instituições financeiras.

O crescimento exponencial desse setor levou a uma situação em que se tornou financeiramente inviável para a maioria das empresas, incluindo o governo, manter internamente a infraestrutura tecnológica necessária. Portanto, a grande maioria opta pela terceirização, pagando mensalidades a provedores de serviços para garantir a continuidade de suas operações online na nuvem.

Durante a pandemia da COVID-19, muitas empresas de tecnologia viram uma demanda explosiva por seus serviços online, à medida que mais pessoas se voltaram para a internet para trabalhar, estudar e se entreter remotamente. Essa súbita explosão na demanda exigiu uma expansão significativa das capacidades de processamento e armazenamento de dados, e foi aí que o complexo de data centers de Barueri se destacou.

Em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, encontra-se o quinto maior complexo de data centers do mundo. A localização estratégica desse complexo, em uma área de grande importância econômica e tecnológica como São Paulo, o torna um ponto crucial para as operações de big techs e outras empresas que dependem fortemente de data centers de alta qualidade. A rápida ascensão desse complexo exemplifica a agilidade e a capacidade de resposta do mercado de data centers no Brasil, especialmente em momentos críticos como uma pandemia global.

 

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Pomodoro - Produtividade e Foco

A técnica Pomodoro é uma abordagem de gerenciamento de tempo desenvolvida pelo italiano Francesco Cirillo no final da década de 1980. Ela foi projetada para ajudar as pessoas a aumentar sua produtividade e foco, especialmente ao lidar com tarefas que requerem concentração por períodos prolongados. O nome "Pomodoro" se refere à palavra italiana para "tomate", e a técnica recebeu esse nome porque Cirillo originalmente usava um timer de cozinha em forma de tomate para rastrear o tempo.

A técnica Pomodoro é simples e pode ser resumida da seguinte forma:

  1. Escolha uma tarefa: Comece escolhendo a tarefa que deseja realizar. Pode ser qualquer coisa, desde estudar para um exame até escrever um relatório ou realizar um trabalho.

  2. Defina um timer: Configure um timer para 25 minutos (um "Pomodoro"). Essa é a quantidade padrão de tempo, mas você pode ajustá-la com base em suas preferências. O importante é que o intervalo de tempo seja definido com antecedência e seja consistente. Esse tempo não é um prazo para término da demanda, mas sim o tempo que você dedicará integralmente a ela conforme descrito no próximo item.

  3. Trabalhe na tarefa: Durante o período de estabelecido (25 minutos ou o de sua preferência), concentre-se exclusivamente na tarefa escolhida. Evite distrações, como redes sociais, e-mails ou conversas paralelas. Trabalhe com foco total até que o timer toque.

  4. Faça uma pausa curta: Quando o timer tocar, faça uma pausa curta de 5 minutos. Use esse tempo para relaxar, alongar-se, tomar água ou fazer qualquer coisa que ajude a recarregar sua energia.

  5. Repita: Após a pausa de 5 minutos, inicie outro Pomodoro de 25 minutos e repita o processo. A cada quatro Pomodoros, faça uma pausa mais longa, de 15-30 minutos, para descansar e reavaliar seu progresso.

A técnica Pomodoro é eficaz por várias razões:

  • Ela promove a concentração: Ao dividir o tempo em intervalos curtos, você se compromete a se concentrar intensamente em uma tarefa por um período determinado.

  • Ela combate a procrastinação: A ideia de trabalhar apenas por 25 minutos pode ser menos assustadora do que enfrentar uma tarefa por várias horas, tornando mais fácil começar.

  • Ela ajuda a gerenciar o tempo: A técnica Pomodoro fornece uma maneira estruturada de alocar seu tempo, permitindo que você avalie quanto tempo realmente gasta em suas tarefas.

  • Ela evita o esgotamento: As pausas regulares ajudam a manter a energia e a criatividade ao longo do dia.

Embora a técnica Pomodoro seja eficaz para muitas pessoas, é importante lembrar que não é uma abordagem única para todos. Algumas pessoas podem achar que períodos de trabalho mais longos ou mais curtos funcionam melhor para elas. Experimentar e ajustar a técnica de acordo com suas próprias necessidades é uma abordagem sábia. O objetivo principal é encontrar uma maneira de maximizar sua produtividade e minimizar a procrastinação.

Trunk Based Development (TBD)

O Trunk Based Development (TBD) é um modelo de desenvolvimento de software que se concentra em manter uma única branch principal (trunk) como a fonte de verdade no repositório de controle de versão. A ideia é simplificar o processo de desenvolvimento, promovendo a entrega contínua de código de alta qualidade. Neste modelo, os desenvolvedores colaboram diretamente na branch principal, evitando a criação de ramificações prolongadas. Isso ajuda a reduzir a complexidade e o conflito de fusões, mantendo o código sempre pronto para ser implantado. O uso de técnicas como testes automatizados e revisões de código rigorosas é fundamental para garantir a qualidade do código à medida que é integrado na branch principal. O Trunk Based Development é especialmente adequado para equipes que buscam uma abordagem ágil, com ciclos de desenvolvimento curtos e entregas frequentes de software.

 


O Trunk Based Development (TBD) não tem uma história específica como uma tecnologia ou linguagem de programação, mas é um modelo de desenvolvimento que evoluiu como uma abordagem ágil para gerenciar o desenvolvimento de software. A ideia central por trás do TBD é manter uma única branch principal (trunk) como a principal linha de desenvolvimento em um repositório de controle de versão.

A origem do conceito de Trunk Based Development remonta aos princípios do desenvolvimento ágil de software, que enfatizam a entrega contínua de código funcional. O foco em manter uma única linha de desenvolvimento, sem ramificações prolongadas, surgiu como uma resposta à complexidade e aos problemas associados a modelos de desenvolvimento mais tradicionais, como o desenvolvimento em ramificação longa.

Embora não haja um criador específico ou um ponto de origem único para o Trunk Based Development, o modelo ganhou destaque à medida que as equipes de desenvolvimento buscavam maneiras mais eficientes de criar software e responder rapidamente às necessidades dos clientes. O uso de práticas ágeis, como integração contínua, entrega contínua e automação de testes, se tornou fundamental para o sucesso do TBD.

Hoje, o Trunk Based Development é amplamente adotado por empresas que buscam desenvolver software de maneira mais eficiente, com ciclos de desenvolvimento curtos e entrega frequente. Ele se encaixa bem em ambientes de desenvolvimento ágil, onde a colaboração em equipe, a revisão de código rigorosa e a entrega contínua são prioridades. Embora não tenha uma história distinta, o modelo de desenvolvimento Trunk Based Development continua a evoluir à medida que as melhores práticas são refinadas e aprimoradas na busca por eficiência e qualidade no desenvolvimento de software.

 

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

Bun - JavaScript

 user-images.githubusercontent.com/709451/182802...

O Bun é um runtime e toolkit JavaScript, desenvolvido para atender às necessidades do ecossistema JavaScript contemporâneo. Possui três principais princípios de design:

1. Enfoca o desempenho rápido. O Bun inicia rapidamente e opera com alta velocidade. Baseia-se no JavaScriptCore, o mecanismo de JavaScript otimizado para desempenho desenvolvido originalmente para o Safari. Isso é crucial à medida que a computação continua a avançar para níveis extremos de exigência de desempenho.

2. Oferece APIs elegantes. Ele disponibiliza um conjunto essencial de APIs altamente otimizadas para realizar tarefas comuns, como iniciar um servidor HTTP e manipular operações de escrita e leitura de arquivos.

3. Proporciona uma experiência de desenvolvimento coesa. É uma caixa de ferramentas completa para a criação de aplicativos JavaScript, incluindo um gerenciador de pacotes, um executor de testes e uma funcionalidade de empacotamento.

O Bun foi concebido como uma alternativa imediata ao Node.js. Ele incorpora nativamente uma ampla gama de APIs do Node.js e da Web, como fs, path, Buffer e muitas outras.

O objetivo central do Bun é executar a maior parte do JavaScript no lado do servidor em todo o mundo e fornecer ferramentas que aprimorem o desempenho, reduzam a complexidade e aumentem a produtividade dos desenvolvedores.

JavaScript e TypeScript install:

curl -fsSL https://bun.sh/install | bash

Bun foi desenvolvido em C e C++ e Zig, e esse último provavelmente é um dos motivos que torna o Bun extremamente rápido, junto ao fato de ser rodado atraves do JavaScriptCore Apple.

O lançamento oficial da versão 1.0 tem planos ambiciosos, prometendo ser uma solução completa de substituição do Node.js, transpiladores (como tsc e babel), bundlers (esbuild e webpack), gerenciadores de módulos (npm e yarn) e libraries de testes (como jest e vitest).

 



JavaScript

 









A história do JavaScript remonta à década de 1990, quando foi criado por Brendan Eich enquanto trabalhava na Netscape Communications Corporation. Inicialmente, ele chamava a linguagem de "LiveScript", mas logo foi renomeada para JavaScript, capitalizando o sucesso da linguagem Java na época.

Em 1996, a Netscape submeteu o JavaScript à Ecma International (anteriormente European Computer Manufacturers Association) para padronização, resultando na primeira edição do ECMAScript em 1997. A padronização foi importante para garantir que o JavaScript fosse compatível entre diferentes navegadores e plataformas.

Durante a chamada "Guerra dos Navegadores" entre a Netscape e a Microsoft no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, o JavaScript foi implementado de maneira ligeiramente diferente no Netscape Navigator e no Internet Explorer. Isso levou a muitos problemas de compatibilidade e forçou os desenvolvedores a escrever código específico para cada navegador.

Em 2004, o Mozilla Foundation lançou o Firefox, um navegador que ganhou popularidade rapidamente. O Firefox melhorou a implementação do JavaScript e começou a competir com o Internet Explorer, impulsionando a inovação na web.

Com o tempo, várias versões do ECMAScript foram lançadas, introduzindo novos recursos e melhorias na linguagem. O ECMAScript 3, lançado em 1999, estabeleceu a base para o JavaScript moderno. O ECMAScript 5, lançado em 2009, trouxe recursos como propriedades getters/setters e métodos de arrays.

No entanto, foi o ECMAScript 6 (também conhecido como ES6 ou ECMAScript 2015) que representou uma mudança significativa na linguagem, introduzindo classes, módulos, arrow functions e outras melhorias sintáticas. A partir desse ponto, a especificação ECMAScript começou a ser atualizada anualmente, trazendo mais recursos e melhorias a cada nova versão.

Com a crescente popularidade da web e a demanda por interfaces de usuário dinâmicas, o JavaScript se tornou uma parte fundamental do desenvolvimento web. Bibliotecas e frameworks populares, como jQuery, Angular, React e Vue.js, surgiram para facilitar o desenvolvimento front-end.

Hoje, o JavaScript é uma das linguagens de programação mais amplamente usadas, não apenas no desenvolvimento web, mas também no desenvolvimento de aplicativos móveis, servidores (Node.js) e muito mais. Sua história é marcada por uma evolução constante, que o transformou em uma linguagem poderosa e versátil no mundo da tecnologia.

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

GitHub


O GitHub, fundado em 2008 por Chris Wanstrath, Tom Preston-Werner e PJ Hyett, é uma plataforma revolucionária de hospedagem de código que transformou a forma como os desenvolvedores colaboram em projetos de software. O GitHub fornece aos desenvolvedores um espaço para hospedar, compartilhar, colaborar e contribuir com código, tornando-se uma plataforma essencial para a comunidade de código aberto e para equipes de desenvolvimento em todo o mundo.

Desde o seu início, o GitHub se tornou uma espécie de rede social para desenvolvedores, onde eles podem se conectar, seguir outros usuários, descobrir projetos interessantes e contribuir para projetos de código aberto. A plataforma também desempenhou um papel fundamental na popularização do Git como sistema de controle de versão, devido à sua interface amigável e poderosas ferramentas de colaboração.

O GitHub tem sido uma força motriz na promoção da cultura de código aberto, facilitando a colaboração entre desenvolvedores de diferentes partes do mundo e permitindo que projetos de software cresçam e evoluam de forma mais rápida e eficiente. Com o tempo, o GitHub expandiu suas ofertas para incluir recursos de integração contínua (CI) e entrega contínua (CD), bem como ferramentas avançadas de gerenciamento de projetos.

Em 2018, o GitHub foi adquirido pela Microsoft, mas continuou operando de forma independente. A plataforma continua a ser uma peça fundamental no mundo do desenvolvimento de software, facilitando a colaboração, o compartilhamento de conhecimento e a inovação na comunidade global de desenvolvimento.

terça-feira, 26 de setembro de 2023

Gitflow


 Não confunda Git, Github, GitLab, GitFlow...

 

O Gitflow é um modelo de fluxo de trabalho para o controle de versão de software baseado no Git. Foi desenvolvido por Vincent Driessen e é amplamente adotado na indústria de desenvolvimento de software devido à sua eficiência e organização.

O Gitflow estabelece duas branches principais em um repositório Git: "master" e "develop". A branch "master" é usada para hospedar as versões estáveis do software, enquanto a branch "develop" é o local onde o desenvolvimento contínuo ocorre. Novas funcionalidades e melhorias são desenvolvidas em branches separadas, chamadas de branches de feature.

Quando uma funcionalidade está pronta, ela é mesclada de volta na branch "develop". Periodicamente, as alterações na branch "develop" são mescladas na branch "master", marcando uma nova versão estável do software. Isso cria uma separação clara entre desenvolvimento contínuo e versões estáveis, facilitando o gerenciamento de projetos complexos.

O Gitflow é uma abordagem estruturada que ajuda as equipes de desenvolvimento a manter a organização e o controle sobre o ciclo de vida do software, desde o desenvolvimento até a implantação. Ele é particularmente útil para projetos de médio a grande porte, onde é essencial manter um fluxo de trabalho organizado e uma linha de produção estável.

 

O Gitflow é um modelo de fluxo de trabalho para controle de versão em sistemas Git, mas é importante notar que não possui uma história ou fundador específico, como o Git em si, que foi criado por Linus Torvalds. Em vez disso, o Gitflow é um conjunto de diretrizes e convenções que foram propostas por Vincent Driessen em um famoso post de blog em 2010. A partir desse post, a abordagem Gitflow ganhou popularidade rapidamente na comunidade de desenvolvimento de software.

A história do Gitflow, portanto, está mais relacionada à sua evolução e adoção pelo setor de desenvolvimento de software. O post de Vincent Driessen descrevendo o Gitflow detalhou uma metodologia organizada para gerenciar o ciclo de vida do desenvolvimento de software com o Git, com ênfase na clareza e na separação de diferentes fases do processo. Isso incluiu a criação de branches principais, como "master" e "develop", bem como o uso de branches de feature, release, hotfix, entre outros, para gerenciar o desenvolvimento de funcionalidades, lançamentos e correções de bugs.

Ao longo dos anos, o Gitflow se tornou um dos modelos de fluxo de trabalho mais populares para equipes de desenvolvimento de software. Muitas ferramentas e serviços que utilizam o Git, como o GitHub e o GitLab, oferecem suporte direto ou integrações para facilitar a implementação do Gitflow. Essa metodologia é amplamente adotada porque proporciona uma estrutura organizacional clara para projetos de desenvolvimento, facilitando a colaboração entre membros da equipe e o gerenciamento de versões estáveis e de desenvolvimento de um software.

 

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

GitLab

 


O GitLab é uma plataforma de desenvolvimento colaborativo de código aberto que oferece uma ampla gama de recursos para gerenciar projetos de software. Ele inclui hospedagem de repositórios Git, ferramentas de gerenciamento de projetos, rastreamento de problemas, wikis, painéis de projetos e muito mais. Uma de suas características mais distintivas é a integração contínua e entrega contínua (CI/CD) incorporada, que permite automatizar a construção, testes e implantação de código. O GitLab é uma solução completa que abrange todo o ciclo de vida do desenvolvimento de aplicativos, desde o planejamento até a implantação e monitoramento. Além disso, ele está disponível em uma versão de código aberto e uma versão empresarial com recursos adicionais e suporte técnico. Ele é uma escolha popular para equipes de desenvolvimento que desejam uma plataforma completa para colaborar e gerenciar seus projetos de software.

A história do GitLab é marcada por empreendedorismo, crescimento rápido e inovação na colaboração e desenvolvimento de software. Fundado em 2011 na Ucrânia por Dmitriy Zaporozhets e Valery Sizov, o GitLab teve sua primeira versão lançada no mesmo ano como um projeto de código aberto. Essa versão inicial permitia que desenvolvedores hospedassem repositórios Git e trabalhassem em projetos de código-fonte.

À medida que o GitLab amadurecia, ganhava popularidade rapidamente, em parte devido à sua oferta de código aberto e recursos colaborativos. Isso atraiu uma comunidade crescente de desenvolvedores e equipes de desenvolvimento de software que buscavam uma plataforma completa para gerenciar projetos, rastrear problemas, realizar integração contínua e entrega contínua (CI/CD) e muito mais.

Nos anos seguintes, o GitLab continuou a evoluir e expandir sua oferta. Em 2013, lançou uma versão empresarial, o GitLab Enterprise Edition, que oferecia recursos adicionais e suporte técnico. Essa mudança permitiu que o GitLab se tornasse uma solução completa para organizações de todos os tamanhos, desde startups até grandes empresas.

O GitLab também passou por várias rodadas de financiamento, o que impulsionou ainda mais seu crescimento e desenvolvimento. Em 2019, a empresa anunciou que havia ultrapassado 100.000 instalações ativas.

Hoje, o GitLab é uma plataforma de desenvolvimento de software amplamente adotada, oferecendo uma ampla gama de recursos para equipes de desenvolvimento em todo o mundo. Sua história é um exemplo notável de como a inovação e o compromisso com o código aberto podem resultar em uma solução de sucesso para a colaboração e o gerenciamento de projetos de software.

 

domingo, 24 de setembro de 2023

Git

 


O Git possui uma série de comandos que permitem aos desenvolvedores controlar versões, gerenciar repositórios e colaborar em projetos de software. Aqui estão alguns dos comandos mais comuns do Git:

  • git init: Inicializa um novo repositório Git em um diretório.
  • git clone: Cria uma cópia de um repositório Git existente em sua máquina local.
  • git add: Adiciona arquivos ou alterações específicas ao índice (staging area) para prepará-los para o commit.
  • git commit: Cria um novo commit com as alterações no índice, acompanhado de uma mensagem descritiva.
  • git status: Exibe o status atual do repositório, mostrando arquivos não rastreados, modificados e no índice.
  • git diff: Mostra as diferenças entre o diretório de trabalho e o índice, ou entre commits.
  • git log: Exibe o histórico de commits do repositório.
  • git branch: Lista todas as ramificações do repositório e indica a ramificação atual.
  • git checkout: Muda entre ramificações ou commits, criando um novo estado de trabalho.
  • git merge: Combina uma ramificação com outra, incorporando as alterações.
  • git pull: Obtém as alterações de um repositório remoto e as mescla automaticamente em seu branch atual.
  • git push: Envia seus commits para um repositório remoto.
  • git remote: Gerencia repositórios remotos, permitindo adicionar, listar e remover conexões.
  • git fetch: Busca as informações mais recentes de um repositório remoto, mas não mescla automaticamente as alterações.
  • git reset: Permite reverter commits anteriores ou desfazer alterações no índice.
  • git stash: Armazena temporariamente as mudanças não commitadas em um local temporário (stash), permitindo que você as aplique mais tarde.
  • git tag: Permite criar, listar e excluir tags para marcar pontos importantes na história do repositório.

Estes são alguns dos comandos essenciais do Git que os desenvolvedores frequentemente utilizam para gerenciar seus projetos de software. Cada comando possui opções adicionais e funcionalidades avançadas, tornando o Git uma ferramenta poderosa para o controle de versão. É importante aprender a utilização adequada de cada comando para tirar o máximo proveito do Git em seu fluxo de trabalho de desenvolvimento.

 

sábado, 23 de setembro de 2023

Git - História

 

A história do Git é uma narrativa fascinante de inovação e colaboração no mundo do controle de versão de software. Este sistema de controle de versão foi criado por Linus Torvalds, o mesmo criador do famoso kernel Linux, em 2005. O Git nasceu de uma necessidade: a insatisfação de Linus com o sistema de controle de versão distribuído existente, o BitKeeper, que não estava mais disponível gratuitamente.

O Git trouxe uma mudança revolucionária, introduzindo a descentralização e a distribuição no controle de versão. Enquanto sistemas anteriores, como o Subversion, dependiam de um servidor central para rastrear as versões, o Git permitia que cada desenvolvedor tivesse uma cópia completa do repositório, possibilitando o trabalho offline e tornando-o altamente resistente e eficiente.

O primeiro lançamento público do Git aconteceu em abril de 2005. Inicialmente, ele não era tão popular quanto outros sistemas de controle de versão, mas logo ganhou tração graças à sua eficiência e à sua adoção pelo projeto do kernel Linux.

O Git rapidamente se espalhou pela comunidade de código aberto e além. Plataformas de hospedagem de código, como o GitHub e o GitLab, aproveitaram o Git, tornando-o ainda mais acessível para desenvolvedores em todo o mundo. Empresas como Google, Facebook, Microsoft e muitas outras também adotaram o Git como sua principal ferramenta de controle de versão.

O desenvolvimento do Git continua ativo, com contribuidores de todo o mundo trabalhando para aprimorar a ferramenta, adicionar recursos, corrigir bugs e otimizar o desempenho.

A história do Git é uma história de sucesso notável, pois transformou a maneira como os desenvolvedores de software colaboram e controlam o código-fonte. Sua flexibilidade, desempenho e natureza descentralizada o tornaram uma ferramenta indispensável na indústria de desenvolvimento de software e em projetos de código aberto.

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Banco de Dados - Modelo Hierárquico

O modelo hierárquico foi um dos primeiros modelos de banco de dados a serem desenvolvidos e amplamente utilizados nas décadas de 1950 e 1960. Foi projetado para atender às necessidades de armazenamento e recuperação de dados em sistemas de informação nas empresas e organizações da época. 

É um paradigma de banco de dados em que os dados são organizados em uma estrutura de árvore com um único nó raiz, onde cada registro pode ter vários registros filhos, mas apenas um registro pai. Isso impõe uma relação rígida de pai-filho, permitindo acesso eficiente aos dados seguindo uma estrutura pré-definida. No entanto, sua rigidez de esquema torna a adaptação a mudanças na estrutura dos dados desafiadora, e a recuperação de dados fora da estrutura hierárquica fixa pode ser limitada. O modelo hierárquico foi amplamente utilizado em sistemas de informações corporativas, mas foi em grande parte substituído pelo modelo relacional, que oferece maior flexibilidade e consultas mais poderosas.

Embora o modelo hierárquico tenha desempenhado um papel importante na evolução dos bancos de dados, ele foi gradualmente superado pelo modelo relacional introduzido por Edgar F. Codd na década de 1970. O modelo relacional ofereceu maior flexibilidade, consultas mais poderosas e uma abordagem mais amigável para lidar com a mudança nos requisitos de dados. Como resultado, os sistemas de gerenciamento de banco de dados relacional (RDBMS) se tornaram a escolha dominante para a maioria das aplicações de banco de dados.

 

Banco de Dados - A Origem

A história do conceito de banco de dados remonta a meados do século XX, quando a necessidade de armazenar, organizar e recuperar informações em empresas e instituições governamentais começou a se tornar uma preocupação crescente.

Modelo Hierárquico: 

Nas décadas de 1950 e 1960, a IBM desenvolveu o modelo hierárquico para armazenar dados. Nesse modelo, os dados eram organizados em uma estrutura de árvore, com um único nó raiz e nós filhos que podiam ter múltiplos nós filhos. Este modelo foi usado em sistemas de gerenciamento de informações iniciais. 

Modelo de Redes: 

Logo depois, na década de 1960, o modelo de rede foi desenvolvido. Esse modelo permitia que os dados fossem organizados em uma estrutura de grafo, com nós conectados por relacionamentos complexos. Um exemplo notável desse modelo foi o sistema de banco de dados CODASYL.

Modelo Relacional: 

A verdadeira revolução ocorreu em 1970, quando Edgar F. Codd, um cientista da IBM, publicou um artigo que introduziu o modelo de banco de dados relacional. Esse modelo propôs que os dados fossem organizados em tabelas com relações matemáticas definidas entre elas. O sistema de gerenciamento de banco de dados relacional (RDBMS) resultante, chamado de Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Relacional (RDBMS), tornou-se a base para a maioria dos sistemas de banco de dados modernos.

Desenvolvimento de SGBDs: 

A partir da década de 1970, muitos Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Relacionais (RDBMS) comerciais, como o Oracle, o IBM DB2 e o Microsoft SQL Server, começaram a surgir. Isso facilitou o armazenamento e a recuperação de dados em um formato tabular, tornando-os amplamente adotados em empresas e organizações.

Padronização SQL: 

O padrão SQL (Structured Query Language) foi desenvolvido para fornecer uma linguagem comum para consulta e manipulação de bancos de dados relacionais. Isso permitiu que os desenvolvedores escrevessem consultas de banco de dados independentemente do SGBD subjacente.

 

Desde então, o campo de gerenciamento de bancos de dados evoluiu significativamente, com a introdução de tecnologias de banco de dados NoSQL, bancos de dados em memória, bancos de dados distribuídos e muito mais. A capacidade de armazenar e gerenciar dados de maneira eficaz desempenhou um papel crucial na revolução da informação e na automação de processos em empresas, instituições governamentais e em toda a sociedade em geral. O conceito de banco de dados, inicialmente concebido como uma solução de armazenamento de dados, tornou-se uma parte integral da infraestrutura tecnológica moderna.

Banco de Dados - Modelo de Redes

O modelo de banco de dados em rede, desenvolvido nas décadas de 1960 e 1970, representa uma abordagem mais flexível em comparação com o modelo hierárquico. Nesse modelo, os dados são organizados em uma estrutura de grafo, em vez de uma estrutura de árvore hierárquica. 

Os principais aspectos do modelo de banco de dados em rede incluem uma estrutura de grafo que permite que os registros tenham múltiplos pais e filhos, eliminando a restrição rígida de uma única relação pai-filho encontrada no modelo hierárquico. No modelo de redes, os registros são chamados de "nós" e são organizados em conjuntos de registros chamados de "tipos de conjunto" ou "conjuntos", e cada nó pode pertencer a vários conjuntos. Isso oferece maior flexibilidade na modelagem de relacionamentos complexos entre dados. 

O modelo de redes foi amplamente utilizado em sistemas de gerenciamento de banco de dados comerciais, como o sistema CODASYL DBMS, e foi uma melhoria em relação ao modelo hierárquico em termos de flexibilidade e capacidade de representação de dados interconectados. No entanto, com a introdução do modelo relacional na década de 1970, o modelo de redes gradualmente perdeu espaço para o modelo relacional, que oferecia uma abordagem mais simples e padronizada para lidar com dados estruturados.

NoSQL vs BD Relacional

Como informado no artigo anterior, é importante destacar que o NoSQL não é uma alternativa melhor nem pior em relação aos bancos de dados relacionais, são ferramentas diferentes que devem estar na sua 'caixa de ferramentas' para serem utilizadas conforme o cenário necessário; ele (NoSQL) é uma escolha que depende das necessidades específicas de um projeto. A escolha entre um banco de dados NoSQL e um banco de dados relacional depende dos requisitos de consistência, escalabilidade, desempenho e estrutura de dados de um aplicativo específico.

Segue alguns exemplos de cenários em que, possivelmente, um banco de dados NoSQL pode ser mais apropriado do que um banco de dados relacional:

  1. Rede Social: Imagine uma rede social em que os usuários compartilham uma variedade de informações, como postagens, fotos, vídeos, curtidas e comentários. Um banco de dados NoSQL do tipo documento, como o MongoDB, é adequado para lidar com esses dados semiestruturados e em constante evolução. Ele permite que você armazene esses documentos de maneira flexível, adicionando ou removendo campos conforme necessário.

  2. Aplicativo de Análise de Big Data: Para aplicativos que lidam com grandes volumes de dados não estruturados ou semiestruturados, como logs de servidores, registros de eventos ou informações de sensores, um banco de dados NoSQL do tipo coluna, como o Apache Cassandra, é eficaz. Ele fornece escalabilidade e desempenho para consultas de alta velocidade em larga escala.

  3. Comércio Eletrônico em Escala: Um aplicativo de comércio eletrônico que lida com milhões de produtos e transações em tempo real pode se beneficiar de um banco de dados NoSQL do tipo chave-valor, como o Redis. Isso permite o cache rápido de informações de produtos, gerenciamento de carrinho de compras em tempo real e manutenção de alta disponibilidade.

  4. Sistema de Recomendação Personalizado: Para aplicativos que precisam criar e manter relacionamentos complexos entre usuários e itens (por exemplo, recomendação de produtos ou conexão de pessoas em redes profissionais), um banco de dados NoSQL de gráfico, como o Neo4j, é apropriado. Ele permite consultas eficientes para encontrar conexões entre entidades em um grafo.

  5. Aplicação de IoT: Em cenários de Internet das Coisas (IoT), onde milhares de dispositivos geram dados em tempo real, um banco de dados NoSQL escalável, como o Apache Kafka, é usado para ingestão e processamento em tempo real de fluxos de dados.

Em resumo, a escolha entre um banco de dados NoSQL e um banco de dados relacional depende das necessidades específicas de seu aplicativo. Enquanto os bancos de dados relacionais são ideais para dados estruturados e aplicações de negócios tradicionais, os bancos de dados NoSQL são mais flexíveis e escaláveis para lidar com dados variados e requisitos de alto desempenho em cenários modernos. Geralmente, a escolha envolve uma análise cuidadosa dos requisitos do projeto e das características de cada tipo de banco de dados.

SQL - Comandos TCL (Transaction Control Language)

As instruções TCL desempenham um papel fundamental no controle das transações em um banco de dados, permitindo que você gerencie cuidadosamente as mudanças realizadas no banco de dados. Os principais comandos TCL incluem:

  • COMMIT: Este comando confirma e efetiva todas as alterações feitas durante uma transação, tornando-as permanentes e visíveis para outros usuários.

  • ROLLBACK: Por outro lado, o comando ROLLBACK desfaz todas as alterações não confirmadas em uma transação, retornando o banco de dados ao estado anterior à transação.

  • SAVEPOINT: O comando SAVEPOINT permite que você estabeleça um ponto de salvamento dentro de uma transação, possibilitando o retorno a esse ponto específico em caso de necessidade, sem afetar as partes anteriores da transação.

IMPORTANTE: É de suma importância utilizar esses comandos com responsabilidade e de acordo com as necessidades específicas do aplicativo. O uso inadequado pode acarretar em problemas de concorrência, bloqueios de dados ou perda de informações. Portanto, é crucial compreender a lógica das transações e aplicar esses comandos com cuidado para manter a integridade dos dados e garantir que as operações sejam executadas com sucesso.

SQL - Instruções DML (Linguagem de Manipulação de Dados)

As instruções DML desempenham um papel central na manipulação dos dados armazenados em tabelas de um banco de dados. Elas capacitam os usuários a realizar operações como adicionar novos registros, atualizar informações existentes e eliminar registros quando necessário. Alguns dos comandos DML mais frequentemente utilizados são:

  • INSERT INTO: Utilizado para incluir novos registros em uma tabela.
  • UPDATE: Responsável por modificar registros já existentes, atualizando-os com novos valores.
  • DELETE FROM: Remove registros específicos de uma tabela.

IMPORTANTE: É imperativo utilizar essas instruções com responsabilidade, uma vez que ações inadequadas podem resultar na perda irreversível de dados críticos. Portanto, a utilização cuidadosa é essencial ao lidar com comandos DML.

SQL - Comandos DQL (Data Query Language)

Os comandos DQL têm a finalidade de realizar consultas em um banco de dados, permitindo a recuperação de informações específicas de uma ou várias tabelas. Entre as instruções DQL mais frequentemente utilizadas, destacam-se:

  • SELECT: Empregado para extrair dados de uma tabela.
  • FROM: Indica a tabela da qual se deseja obter dados.
  • WHERE: Estabelece critérios para filtrar os resultados.
  • GROUP BY: Agrupa os resultados com base em uma ou mais colunas.
  • HAVING: Define condições para grupos criados pelo GROUP BY.
  • ORDER BY: Classifica os resultados em ordem crescente ou decrescente.

RESUMINDO: Em síntese, os comandos SELECT, FROM, WHERE, GROUP BY, HAVING e ORDER BY são ferramentas essenciais na linguagem SQL para consultar e manipular dados armazenados em bancos de dados.

domingo, 17 de setembro de 2023

SQL - Instruções DDL (Linguagem de Definição de Dados)

As instruções DDL desempenham um papel fundamental na criação e administração da estrutura de um banco de dados. Elas capacitam os usuários a definir como o banco de dados será organizado, permitindo a criação de novas tabelas, a modificação de sua estrutura e até mesmo a exclusão delas quando necessário. Alguns dos principais comandos DDL incluem:

  • CREATE TABLE: Utilizado para estabelecer uma nova tabela no banco de dados.
  • ALTER TABLE: Possibilita a modificação da estrutura de uma tabela já existente.
  • DROP TABLE: Remove uma tabela do banco de dados.

IMPORTANTE: É crucial empregar essas instruções com cautela, uma vez que ações inadequadas podem resultar na perda irreversível de informações valiosas. Portanto, o uso responsável e cuidadoso é essencial ao lidar com comandos DDL.

 

sábado, 16 de setembro de 2023

Linguagem SQL

No mundo do gerenciamento de sistemas de bancos de dados, os comandos SQL representam a espinha dorsal da operação. Eles desempenham um papel de primordial importância, capacitando os profissionais a criar, acessar, atualizar e proteger dados de forma altamente eficiente. Imagine um banco de dados como um cofre cheio de informações valiosas, e os comandos SQL como as chaves mestras que permitem aos usuários abrir portas, navegar por corredores e até mesmo realizar tarefas de manutenção nesse tesouro de dados.

Nas próximas postagens aqui no Info-tech JSSJ, mergulharemos de cabeça na exploração das diferentes facetas dos comandos SQL e como eles são aplicados no contexto da análise de dados e da administração de bancos de dados. Essas instruções não são apenas palavras e símbolos em um terminal; são as ferramentas que possibilitam a extração de informações valiosas de grandes conjuntos de dados. Elas permitem que cientistas de dados desvendem padrões ocultos, que engenheiros de software criem aplicativos dinâmicos e que administradores de sistemas garantam a segurança e a eficiência das operações de banco de dados.

Entender a linguagem SQL é como dominar uma língua universal para aqueles que trabalham com dados. Ela transcende barreiras de sistemas e plataformas, tornando-se uma habilidade essencial para qualquer pessoa que deseje explorar o vasto mundo da gestão de informações. Através deste artigo, você será guiado através de conceitos fundamentais, como SELECT, UPDATE, INSERT e DELETE, e também explorará tópicos avançados, como JOINs, subconsultas e otimização de consultas.

À medida que nos aprofundamos nesse fascinante reino de comandos SQL, você não apenas adquirirá conhecimento, mas também a capacidade de tomar decisões informadas e eficazes relacionadas aos seus dados. Junte-se a nós nesta jornada e descubra como os comandos SQL podem ser seus aliados mais poderosos na busca por insights e no gerenciamento de informações críticas.

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Microsoft Amplia Iniciativa Airband para Levar Internet de Alta Velocidade a Milhões na América Latina e África

Em uma iniciativa revolucionária, a Microsoft anunciou suas mais recentes parcerias e expansões da iniciativa Airband, com o objetivo de fornecer acesso à internet de alta velocidade para quase 40 milhões de pessoas na América Latina e na África. Essas colaborações estratégicas no Brasil, Chile, Colômbia, Guatemala, além da Costa do Marfim, Quênia, Nigéria, Tanzânia e Uganda, representam um passo significativo em seu compromisso de estender o acesso à internet de alta velocidade a 250 milhões de indivíduos que vivem em áreas subatendidas e não atendidas ao redor do mundo, incluindo 100 milhões na África.

Tanto na América Latina quanto na África, o acesso limitado à banda larga frequentemente resulta em menos oportunidades para as pessoas desenvolverem habilidades digitais e a literacia necessária para participar da economia digital.

Na Microsoft, a crença no acesso à internet e na conectividade significativa como direitos fundamentais impulsiona a iniciativa Airband. Lançada para trazer conectividade transformadora a comunidades subatendidas e mal conectadas em todo o mundo, a Microsoft, junto com seus parceiros, atua como catalisador para possibilitar o acesso acessível à conectividade, com foco específico em regiões com baixas taxas de conectividade digital.

Essa expansão não apenas representa um grande avanço na redução da divisão digital, mas também destaca o compromisso inabalável da Microsoft em nivelar o campo de jogo e garantir que todos, independentemente de sua localização geográfica, tenham a chance de aproveitar o poder da internet para o crescimento pessoal e econômico.

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Vercel - A instalação do Bun agora é suportada sem necessidade de configuração.

 

 

Projetos que utilizam o Bun como gerenciador de pacotes agora podem ser implantados no Vercel sem nenhuma configuração adicional.

Assim como o yarn, npm e pnpm, o Bun atua como um gerenciador de pacotes focado em economizar espaço em disco e aumentar a velocidade de instalação. A partir de hoje, projetos que contenham um arquivo bun.lockb executarão automaticamente o comando bun install como o comando de instalação padrão, usando bun@1.

Essa mudança afeta a fase de construção, mas não a execução. Portanto, as Funções Serverless ainda não utilizarão o runtime do Bun

 

 

Fonte:

 

 

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

SQL - Comandos DCL (Data Control Language)

As instruções DCL desempenham um papel crucial no gerenciamento dos privilégios de acesso aos dados armazenados em um banco de dados, contribuindo para a manutenção da segurança e integridade dos dados. Dois comandos DCL de importância vital são:

  • GRANT: Utilizado para conceder privilégios a usuários ou funções, permitindo que eles acessem ou executem ações específicas em dados ou objetos no banco de dados.
  • REVOKE: Responsável por retirar privilégios previamente concedidos, limitando ou revogando o acesso a dados ou operações.

IMPORTANTE: É fundamental exercer extrema cautela ao atribuir ou retirar privilégios, garantindo que as permissões sejam precisamente definidas. Isso é crucial para evitar possíveis violações de segurança ou perdas acidentais de dados, garantindo que apenas os usuários autorizados tenham acesso aos recursos do banco de dados de acordo com as necessidades e políticas estabelecidas.

NoSQL

O NoSQL, que significa "Not Only SQL" (Não Apenas SQL), é um movimento na tecnologia de banco de dados que se diferencia dos sistemas de gerenciamento de banco de dados relacionais tradicionais (RDBMS) em vários aspectos. Aqui estão algumas características e conceitos-chave associados ao NoSQL:

  1. Flexibilidade de Esquema: Os bancos de dados NoSQL geralmente permitem um modelo de dados mais flexível em comparação com os bancos de dados relacionais. Eles não requerem um esquema de dados rígido e predefinido, o que significa que você pode adicionar campos ou alterar a estrutura dos dados conforme necessário sem interromper o fluxo de trabalho.

  2. Tipos de Dados Variados: Os bancos de dados NoSQL são adequados para lidar com diversos tipos de dados, incluindo dados estruturados, semiestruturados e não estruturados. Isso os torna ideais para aplicativos da web modernos que lidam com grandes volumes de dados variados.

  3. Alta Escalabilidade: Muitos sistemas NoSQL são projetados para escalabilidade horizontal, o que significa que você pode adicionar mais servidores ou nós ao sistema para aumentar sua capacidade de armazenamento e processamento. Isso é útil para aplicativos que precisam lidar com cargas de trabalho variáveis ou crescentes.

  4. Desempenho: Bancos de dados NoSQL são otimizados para operações de leitura e gravação em grande escala. Eles podem ser mais rápidos do que os RDBMS em cenários de alto volume de transações ou leituras paralelas.

  5. Diversos Modelos de Dados: O NoSQL abrange uma variedade de sistemas de banco de dados que se enquadram em quatro principais categorias de modelos de dados: documentos, colunas, chave-valor e grafos. Cada um desses modelos é adequado para diferentes tipos de aplicativos e casos de uso.

  6. Alta Disponibilidade: Muitos sistemas NoSQL oferecem suporte para replicação de dados e tolerância a falhas para garantir que os dados estejam disponíveis mesmo em caso de falhas de hardware ou interrupções.

  7. Consistência Eventual: Em algumas implementações NoSQL, a consistência eventual é preferida sobre a consistência imediata. Isso significa que os dados podem não estar imediatamente consistentes entre todos os nós do sistema, mas acabarão se tornando consistentes em algum momento.

  8. Uso em Aplicações Distribuídas: Os bancos de dados NoSQL são frequentemente usados em cenários de aplicativos distribuídos, como redes sociais, comércio eletrônico, jogos online, análise de big data e aplicativos de Internet das Coisas (IoT).

É importante destacar que o NoSQL não é uma alternativa melhor ou pior em relação aos bancos de dados relacionais; ele é uma escolha que depende das necessidades específicas de um projeto. A escolha entre um banco de dados NoSQL e um banco de dados relacional depende dos requisitos de consistência, escalabilidade, desempenho e estrutura de dados de um aplicativo específico.

 

Banco de Dados Relacional

Os SGBDs relacionais mais conhecidos incluem MySQL, PostgreSQL, Oracle Database, Microsoft SQL Server e SQLite, entre outros. Cada um desses SGBDs oferece recursos específicos para atender às necessidades dos desenvolvedores e administradores de banco de dados.

Portanto, um SGBD é uma parte fundamental de qualquer banco de dados relacional. Ele age como uma camada de software intermediária entre os aplicativos que acessam os dados e os dados armazenados nas tabelas do banco de dados. Sem um SGBD, não seria possível criar, consultar ou gerenciar um banco de dados relacional de maneira eficaz e segura.

Um banco de dados relacional organiza dados em tabelas com base em relações predefinidas entre elas. Esse modelo de banco de dados é amplamente utilizado em todo o mundo devido à sua eficiência, flexibilidade e capacidade de representar e gerenciar dados de maneira estruturada. Aqui estão alguns conceitos essenciais relacionados a bancos de dados relacionais:

  1. Tabelas: No modelo relacional, os dados são organizados em tabelas, também conhecidas como entidades. Cada tabela é composta por linhas (ou registros) e colunas (ou campos). Cada coluna representa um atributo específico e cada linha representa uma instância de dados.

  2. Chaves Primárias e Chaves Estrangeiras: Para estabelecer relações entre tabelas, são usadas chaves. Uma chave primária é um campo único em uma tabela que identifica de maneira exclusiva cada registro nessa tabela. Uma chave estrangeira é um campo em uma tabela que estabelece uma relação com a chave primária de outra tabela. Isso permite a ligação de informações entre tabelas e é essencial para a integridade referencial dos dados.

  3. Normalização: A normalização é um processo de organização das tabelas de um banco de dados para eliminar redundâncias e garantir que os dados estejam armazenados de forma eficiente. Isso ajuda a reduzir o tamanho do banco de dados, aprimora o desempenho das consultas e mantém a integridade dos dados.

  4. SQL (Structured Query Language): O SQL é a linguagem padrão para consulta e manipulação de bancos de dados relacionais. Ela permite que os usuários realizem operações como consulta, inserção, atualização e exclusão de dados de maneira eficaz e padronizada.

  5. Transações: Bancos de dados relacionais são projetados para garantir a integridade dos dados mesmo em situações de falha. Transações são unidades de trabalho que consistem em uma ou mais operações de banco de dados. Elas são executadas com êxito (commit) ou desfeitas (rollback) de forma a manter a consistência dos dados.

  6. Segurança e Controle de Acesso: Bancos de dados relacionais oferecem recursos avançados de segurança, permitindo que os administradores controlem quem pode acessar, modificar ou visualizar os dados. Isso é crucial para proteger informações confidenciais.

  7. Escalabilidade: Bancos de dados relacionais podem ser escalados verticalmente (adicionando mais recursos a um servidor) ou horizontalmente (distribuindo dados em vários servidores) para atender às necessidades de sistemas de diferentes tamanhos e complexidades.

  8. Modelagem de Dados: Antes de criar um banco de dados relacional, é essencial realizar uma modelagem de dados adequada. Isso envolve a identificação de entidades, atributos, relacionamentos e regras de negócios, resultando em um esquema de banco de dados bem projetado.

Os bancos de dados relacionais são amplamente utilizados em uma variedade de aplicações, desde sistemas de gerenciamento de recursos humanos e contabilidade até aplicativos da web e sistemas de comércio eletrônico. Sua estrutura organizada e capacidade de representar relacionamentos complexos tornam-nos uma escolha sólida para muitos cenários de armazenamento e recuperação de dados.

Apple apresenta iPhone 15

A Apple lançou o iPhone 15 durante o evento "Wonderlust" em Cupertino, Califórnia, EUA, na terça-feira (12). Esta nova geração de smartphones inclui o iPhone 15 Plus, bem como os modelos iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max, que oferecem especificações técnicas mais avançadas em comparação com os modelos anteriores. Além dos telefones, a empresa também apresentou o Apple Watch Series 9 e uma nova versão chamada Apple Watch Ultra.

Atualmente, não há informações sobre a data de lançamento do iPhone 15 no Brasil, mas os preços já estão disponíveis na loja oficial da Apple no país. O modelo padrão começa a partir de R$ 7.299, enquanto o iPhone 15 Plus está disponível por R$ 8.299. O iPhone 15 Pro será vendido por R$ 9.299 na versão com 128 GB de armazenamento, enquanto o Pro Max tem um preço inicial de R$ 10.999, com 256 GB de memória.

A grande novidade nos modelos da linha padrão é a introdução da Dynamic Island (ou "Ilha Dinâmica"), que anteriormente estava disponível apenas nos modelos iPhone 14 Pro e 14 Pro Max. Além disso, foi confirmada a substituição do conector Lightning pelo USB-C nos novos modelos.

O iPhone 15 mantém sua tela de 6,1 polegadas, enquanto o iPhone 15 Plus vem com uma tela maior de 6,7 polegadas, semelhante à geração anterior. Ambos os dispositivos apresentam displays Super Retina XDR OLED com um brilho máximo de 2.000 nits e suporte a Dolby Vision.


 

sexta-feira, 8 de setembro de 2023

Missão - Info Tech


No Tech Info, a nossa missão é simples: compartilhar conhecimento tecnológico de forma acessível e informativa. A tecnologia está em constante evolução, e pode ser desafiador acompanhar todas as mudanças e novidades. É aí que entramos em ação. Nossa equipe de escritores e especialistas em tecnologia está comprometida em trazer-lhe as informações mais relevantes, análises imparciais e conselhos práticos.

Além de ler nossos artigos, convidamos você a fazer parte da nossa comunidade. Deixe seus comentários, perguntas e sugestões em nossos posts. Siga-nos nas redes sociais para ficar conectado e compartilhe o que mais lhe interessa no mundo da tecnologia.

 

 

O Tech Info está comprometido em explorar as inovações que estão moldando o futuro. Desde dispositivos portáteis até soluções de inteligência artificial, estamos aqui para guiá-lo nessa jornada emocionante.

Obrigado por nos escolher como sua fonte confiável de informações sobre tecnologia. Juntos, exploraremos as maravilhas do mundo digital e como elas estão transformando nossas vidas. Bem-vindo ao Tech Info, onde o futuro da tecnologia está ao alcance dos seus dedos!

 

Design Patterns - Padrões de Criação - Prototype

O padrão Prototype é um padrão de design que permite a criação de novos objetos a partir de um modelo existente, também conhecido como protó...